Sistema On-grid
Ideal para quem deseja reduzir a conta de luz usando um sistema conectado à rede da concessionária.
- Projeto fotovoltaico completo
- Instalação e homologação
- Compensação de créditos de energia
- Monitoramento por aplicativo
A RIO RJ SOLAR desenvolve soluções em sistemas on-grid, híbridos e off-grid, com atendimento técnico, projeto personalizado e suporte em todas as etapas.
A RIO RJ SOLAR atua há 4 anos no setor de energia solar fotovoltaica, desenvolvendo soluções para clientes residenciais, comerciais e aplicações especiais com foco em segurança, economia e qualidade técnica.
Ao longo dessa trajetória, já são mais de 260 sistemas instalados e funcionando perfeitamente, com projetos on-grid, híbridos e off-grid dimensionados de acordo com o perfil de consumo, a estrutura elétrica do imóvel e o objetivo de cada cliente.
A empresa também se destaca pela reputação construída no atendimento: não possui reclamações no Reclame Aqui e mantém avaliação 5 estrelas no Google Meu Negócio, reforçando o compromisso com transparência, suporte e responsabilidade em cada etapa do projeto.
Cada projeto é analisado de forma técnica para atender consumo, estrutura elétrica, tipo de telhado, objetivo do cliente e necessidade de backup.
Ideal para quem deseja reduzir a conta de luz usando um sistema conectado à rede da concessionária.
Une energia solar e baterias para oferecer mais segurança em quedas de energia e alimentar cargas prioritárias.
Solução para locais sem rede elétrica ou com necessidade de funcionamento independente da concessionária.
Para quem já tem sistema solar instalado e deseja adicionar baterias de backup sem perder o investimento existente.
O sistema on-grid é indicado para residências e empresas que desejam gerar energia durante o dia, compensar créditos na concessionária e reduzir o custo mensal de energia com segurança técnica.
A RIO RJ SOLAR avalia consumo, telhado, padrão de entrada, tipo de ligação e regras da concessionária para montar um projeto compatível com a necessidade real do cliente. Como os inversores fotovoltaicos utilizados nos projetos trabalham em 220V, imóveis com padrão monofásico 110V/127V precisam passar por análise de adequação antes da instalação.
O sistema híbrido é indicado para quem deseja usar energia solar e, ao mesmo tempo, manter equipamentos essenciais funcionando em momentos de queda da rede.
Na RIO RJ SOLAR, o sistema híbrido é dimensionado de forma técnica, considerando consumo, cargas prioritárias, tempo de backup desejado, potência do inversor e capacidade real do banco de baterias.
Esse tipo de sistema é indicado para locais sem rede elétrica ou aplicações que precisam funcionar de forma independente, com módulos, inversor e baterias dimensionados conforme o consumo diário.
Em sistemas isolados, o erro no dimensionamento pode deixar o cliente sem energia. Por isso, avaliamos consumo diário, autonomia noturna, períodos nublados/chuvosos, potência dos equipamentos e forma de uso.
O retrofit híbrido é indicado para clientes que já têm sistema fotovoltaico instalado e desejam acrescentar inversor híbrido, banco de baterias e backup para cargas prioritárias.
A proposta do retrofit não é descartar o sistema atual. A RIO RJ SOLAR avalia o inversor existente, a potência instalada, o padrão elétrico, o tipo de ligação e as cargas prioritárias para integrar uma solução híbrida com baterias. Como o inversor híbrido trabalha em 220V, padrões monofásicos 110V/127V exigem análise de adequação.
Antes de indicar potência, equipamentos ou quantidade de baterias, a RIO RJ SOLAR avalia os pontos que realmente interferem no desempenho, segurança e viabilidade da instalação.
Análise do consumo mensal, histórico da unidade e objetivo de geração em kWh/mês.
Tipo de telhado, espaço disponível, orientação, sombreamento e viabilidade física da instalação.
Verificação de disjuntor geral, bitola, tipo de ligação, tensão disponível e necessidade de adequação elétrica, especialmente em padrão monofásico 110V/127V.
Nos projetos híbridos e off-grid, avaliamos cargas prioritárias, potência e tempo de uso.
Análise da concessionária, documentação, dados da unidade consumidora e exigências técnicas.
Orientação técnica antes, durante e após a instalação para reduzir riscos e retrabalho.
Essa etapa evita retrabalho, reduz riscos e garante que a solução indicada esteja compatível com o consumo, o imóvel e a estrutura elétrica existente.
Nos projetos on-grid, híbridos, off-grid e retrofit, avaliamos os pontos principais do imóvel antes da execução: conta de luz, padrão de entrada, tipo de ligação, tensão disponível, telhado, equipamentos, homologação e necessidade de adequação elétrica.
Fale com a RIO RJ SOLAR para uma análise técnica inicial e entenda a melhor solução para o seu projeto.
Um processo organizado para dar clareza ao cliente desde a primeira análise até o sistema funcionando.
Avaliamos a conta de luz, consumo mensal e objetivo do cliente.
Definimos potência, equipamentos, geração estimada e melhor solução.
Executamos a instalação e acompanhamos o processo junto à concessionária.
O cliente acompanha a geração pelo aplicativo e conta com suporte técnico.
Veja respostas mais completas sobre funcionamento, homologação, backup, retrofit e adequação elétrica antes de solicitar seu orçamento.
Na prática, o sistema fotovoltaico pode reduzir bastante a conta, mas normalmente não deixa a fatura totalmente zerada. Mesmo com geração solar, continuam existindo cobranças obrigatórias, como custo de disponibilidade da rede, iluminação pública, impostos e regras de compensação de créditos da concessionária. Por isso, a RIO RJ SOLAR dimensiona o projeto para reduzir o custo de energia dentro da realidade da unidade consumidora, sem prometer “conta zero”.
Não. O sistema on-grid tradicional é conectado à rede da concessionária e, por segurança, desliga automaticamente quando falta energia. Isso evita que o inversor injete energia na rede durante uma manutenção. Se o cliente precisa manter geladeira, internet, iluminação, câmeras, portão, bomba ou outros equipamentos funcionando durante queda de energia, o caminho correto é avaliar um sistema híbrido com baterias ou um retrofit híbrido, caso já exista sistema solar instalado.
O sistema híbrido é indicado para quem quer energia solar e também deseja backup para cargas prioritárias. Ele combina módulos solares, inversor híbrido e banco de baterias para manter equipamentos essenciais funcionando quando houver falta de energia. O dimensionamento depende da lista de cargas, potência dos equipamentos, horas de uso e autonomia desejada. Por isso, não basta escolher uma bateria “no chute”; é necessário calcular tecnicamente o consumo que será atendido no backup.
São os equipamentos que o cliente deseja manter funcionando em caso de falta de energia. Normalmente entram nessa lista geladeira, freezer, iluminação, internet, roteador, câmeras, portão eletrônico, bomba, equipamentos de trabalho ou itens essenciais do imóvel. Nem sempre vale a pena colocar toda a casa no backup, porque cargas pesadas como chuveiro elétrico, ar-condicionado, forno elétrico, bombas maiores e motores podem exigir inversor e banco de baterias muito maiores.
Retrofit Híbrido é uma solução para quem já possui sistema fotovoltaico instalado e quer adicionar baterias de backup sem perder o investimento já feito. Nesse caso, a ideia é manter o sistema solar existente e acrescentar uma solução complementar com inversor híbrido, baterias e quadro de cargas prioritárias. A viabilidade depende da análise do sistema atual, do inversor existente, do padrão elétrico, da tensão disponível e das cargas que o cliente deseja manter no backup.
Não. A proposta do Retrofit Híbrido é justamente aproveitar o sistema já instalado. O sistema existente pode continuar operando, enquanto a solução híbrida com baterias é adicionada em paralelo para atender cargas prioritárias. Antes da execução, a RIO RJ SOLAR avalia se há compatibilidade elétrica, espaço para os equipamentos, condição do quadro, tipo de ligação, tensão e objetivo do cliente.
Nem sempre. Em muitos projetos de retrofit, o inversor atual pode permanecer no sistema existente, enquanto um inversor híbrido é instalado para gerenciar o banco de baterias e o backup. Porém, cada caso precisa ser analisado. A decisão depende do modelo do inversor atual, da potência instalada, da forma como o sistema foi montado, do padrão de entrada, da tensão do imóvel e das cargas que serão alimentadas durante falta de energia.
É necessário levantar a potência atual em kWp, quantidade de módulos, marca e modelo do inversor existente, tipo de ligação do imóvel, tensão disponível, consumo médio, quadro elétrico, cargas prioritárias e autonomia desejada. Também é importante avaliar fotos do padrão de entrada, disjuntor geral, quadro de distribuição e local onde ficariam inversor híbrido e baterias. Essa análise evita incompatibilidade, subdimensionamento e retrabalho.
No off-grid, o sistema precisa ser calculado com base no consumo real dos equipamentos, porque ele não depende da rede da concessionária. Para dimensionar corretamente, o cliente deve informar quais equipamentos serão usados, quantidade, potência aproximada, horas de uso por dia, tensão das cargas, local da instalação, período de uso e autonomia desejada. Com essas informações, calculamos módulos, inversor, controlador/estrutura do sistema e banco de baterias.
Funciona, desde que o sistema seja dimensionado considerando períodos de baixa geração. Em dias nublados ou chuvosos, os módulos produzem menos energia, então o banco de baterias e a quantidade de painéis precisam ser calculados com margem técnica. Por isso, projetos off-grid exigem mais cuidado do que sistemas conectados à rede: um erro no dimensionamento pode fazer o cliente ficar sem energia nos períodos de menor geração.
Sistemas conectados à rede da concessionária, como on-grid, híbrido conectado à rede e retrofit com interação com a rede, precisam passar por homologação. Esse processo envolve documentação técnica, dados da unidade consumidora, projeto, análise da concessionária e aprovação para conexão regular do sistema. Sistemas totalmente off-grid, sem conexão com a rede, seguem outra lógica técnica e não entram no mesmo processo de compensação de créditos.
Essas informações são importantes porque o sistema solar precisa ser compatível com a estrutura elétrica do imóvel. Avaliamos se a ligação é monofásica, bifásica ou trifásica, qual é o disjuntor geral, a bitola dos cabos, a tensão disponível e se o padrão suporta o projeto pretendido. Como os inversores fotovoltaicos utilizados nos projetos trabalham em 220V, imóveis com padrão monofásico 110V/127V podem precisar de adequação antes da instalação.
O aumento de carga pode ser necessário quando o padrão de entrada do imóvel não atende à potência do projeto solar ou quando o imóvel possui padrão monofásico 110V/127V. Como os inversores fotovoltaicos utilizados no mercado trabalham em 220V, não conseguimos instalar o sistema diretamente em padrão monofásico 110V/127V sem análise e adequação. Nesses casos, avaliamos disjuntor geral, bitola dos cabos, tipo de ligação e necessidade de solicitar alteração para ligação bifásica ou trifásica junto à concessionária.
Para um orçamento mais assertivo, o ideal é informar consumo médio mensal em kWh, CEP ou bairro/município, tipo de telhado, tipo de ligação do imóvel e objetivo do projeto. Para sistemas híbridos, off-grid ou retrofit, também precisamos saber quais equipamentos serão alimentados, quantidade, horas de uso e autonomia desejada. Quanto mais completas forem as informações, mais técnico e realista será o dimensionamento.
Clique no tipo de sistema desejado. O formulário abrirá somente para aquele serviço, deixando o pedido mais simples e direcionado.
Os dados serão direcionados para o atendimento comercial da RIO RJ SOLAR. Os canais de contato completos ficam no rodapé do site.